Discentes

Disciplinas

Obrigatórias

Mídia e Cotidiano (60h) – Mestrado e Doutorado

Dois conceitos fornecem a base para o desenvolvimento desta disciplina: primeiro, o de que o cotidiano é o ambiente onde se processam as transformações sociais; segundo, o de que a contemporaneidade é ambientada pela mídia e, portanto, estabelece-se uma relação necessária entre mídia e vida cotidiana, com seus reflexos no senso comum. Tais relações serão estudadas no contexto da sociedade do espetáculo, da mercadoria, e da midiatização das relações sociais, com ênfase no papel das grandes corporações de mídia e nas perspectivas da “sociedade em rede”, com suas possibilidades e ilusões. Adota-se a perspectiva da dialética entre fenômeno, processo e discursos para a abordagem da naturalização dos fatos, recorrente no jornalismo e na publicidade, no cinema e em outras manifestações midiáticas e apresenta-se o conceito de suspensão da cotidianidade como mediação para a crítica do senso comum.

Bibliografia
BERGER, Peter L. & LUCKMANN, Thomas. A Construção social da Realidade. 36ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2014
DE CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano. 1. Artes de fazer. 9ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
HELLER, Agnes. O cotidiano e a história. São Paulo:Paz e Terra, 1992.
KELLNER, Douglas. A Cultura da mídia. Estudos culturais, identidade e política entre o moderno e o pós-moderno. Bauru: Edusc,2001.
MARTÍN-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.

Metodologia da Pesquisa em Comunicação (60h) – Mestrado

Será trabalhada a Pesquisa Científica em Comunicação, compreendida como conhecimento científico, enfatizando suas estruturas de pesquisa científica, métodos e técnicas e diferentes tipos de pesquisa. A elaboração e execução de projetos de pesquisa em Comunicação levará também em conta a revisão de literatura e a formatação e normas técnicas de citações e referências.

Bibliografia
ALVES-MAZZOTTI, Alda J. & GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
DEMO, Pedro. Metodologia Cientifica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 2006.
DENCKER, Ada de Freitas & VIÁ, Sarah Chucid da. Pesquisa empírica em ciências humanas (com ênfase em comunicação). São Paulo: Futura, 2001.
DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Orgs.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2003.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em comunicação – formulação de um modelo metodológico. São Paulo: Loyola, 1990.

Estudos Críticos do Cotidiano e da Midiatização (60h) – Obrigatória Doutorado

Aprofunda as discussões desenvolvidas na disciplina “Mídia e Cotidiano” focando, especialmente, a perspectiva crítica, com destaque ao contexto latino-americano. Os estudos têm como ponto-chave considerar que a pesquisa crítica sobre a relação mídia (reconhecida aqui como os aparatos técnicos e institucionalizados que criam relações de interação mediadas) e cotidiano (espaço/tempo das práticas e relações sociais) inclui a compreensão/discussão dos processos de mediação efetuados por ambos que, por sua vez, são historicamente vinculados a um contexto/realidade social. Também problematiza os conceitos de midiatização da sociedade, em chave que destaca o papel/função da mídia como agente de transformação social.

Bibliografia

CABALLERO, F. Comunicación y Buen Vivir. Nuevas matrices teóricas del pensamiento latinoamericano. In: Revista Chasqui. Quito. n.131, 2016. (p. 9-20). Disponível em: http://www.revistachasqui.org/index.php/chasqui/article/view/2899
FAUSTO NETO, Antônio (Org.). Midiatização e Processos Sociais – aspectos metodológicos.Santa Cruz: Edunisc, 2010.
GOFFMAN, E. A representação do Eu na Vida Cotidiana. 13ª Ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2013.
HJARVARD, Stig. “Midiatização: teorizando a mídia como agente de mudança social e cultural”. Revista Matrizes, v.5, nº2, 2012. Pp 53-93. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/38327/41182
HORKHEIMER, M. Teoria Tradicional e Teoria Crítica. 1937. Disponível em: http://bls1.info/pdfs/2013-horkheimer-tradicional-e-teoria-critica.pdf.
LACOMBE, M. Os fundamentos marxistas de uma sociologia do cotidiano. In: Revista Outubro. ed. 17, 2008. Disponível em: http://outubrorevista.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Revista-OutubroEdic%CC%A7a%CC%83o-17-Artigo-05.pdf.
LEFEBVRE, H. A vida cotidiana no mundo moderno. Tradução: Alcides João de Barros. Éditions Galimard, 1968. São Paulo: Editora Ática, 1991.
MAFFESOLI, M. O Conhecimento Comum – Introdução à sociologia compreensiva. Porto Alegre: Sulina, 2010.
MARTÍN-BARBERO, J. O Ofício do Cartógrafo – Travessias latino-americanas da comunicação na cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
MATTOS, Maria Ângela; JANOTTI JUNIOR, Jeder; JACKS, Nilda (Orgs). Mediação & Midiatização. Salvador: EDUFBA; Brasília: Compós, 2012.
MORAES, Denis. Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006.
PAIS, J. M. Sociologia da vida quotidiana. Teorias, Métodos e Estudos de Caso. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2002

Núcleo Comum

Espacialidades da Comunicação: do local ao global (60h)

Discutir as diferentes formas e relações informacionais que afetam as interações humanas e as temporalidades que as atravessam e lhes dão sentido. Interessa-se assim pelos fluxos de informação e pela comunicação em rede; pela identificação e identidade de territórios informacionais; pelas mídias dos espaços urbanos e pelas relações comunicativas transfronteiras, sejam geográficas ou culturais.

Bibliografia
AUGÉ, Marc. Não-Lugares. Lisboa: 2005.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2001.
BOURDIN, Alain. A questão local. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. 2ª ed. São Paulo: Annablume, 2006.
LINCH, Kevin. A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Estudos Avançados da Comunicação e Cultura (60h)

Transformações contemporâneas na Comunicação e Cultura. Comunicação, cultura e dinâmica sócio-cultural. Sistemas de comunicação no mundo contemporâneo. As novas tendências da Comunicação e Cultura com o advento da Internet. Representação Social, Práticas Culturais e Comunicação; Cultura, cotidiano e construção da realidade; Dimensão cultural da noção de comunicação e as manifestações expressivas (orais, escritas, plásticas, lúdicas, etc); Comunicação, Cultura e as Trocas Simbólicas; Sociologia da Cultura, Estética e Comunicação; Mídia e cultura globalizada. Mídia, cultura e consumo; Cultura, Arte e Mídia.

Bibliografia
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2007.
CEVASCO, Maria Elisa. Dez Lições – Sobre Estudos Culturais.  São Paulo: Boitempo Editorial, 2012.
KELLNER, Douglas. A Cultura da Mídia. Bauru (SP): EDUSC, 2001.
MARTÍN-BARBERO. Jesus. Ofício de cartógrafo. Travessias latino-americanas da comunicação na cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
ZIZEK, Slavoj. Bem-vindo ao Deserto do Real. São Paulo: Boitempo Editorial, 2003.

Modernidade, Mídia e Consumo (60h)

A atualidade mostra-se bastante marcada por traços tipicamente modernos. Por isso, partiremos do mapeamento da modernidade e da hipermodernidade, bem como de suas características socioculturais. Buscaremos entender o capitalismo de produção, sua intensificação da racionalidade instrumental e a “crise da razão”. A hipermodernidade será tomada como em parte continuadora e intensificadora de traços modernos, mas também em ruptura de determinadas experiências modernas de produção e consumo, tendo como contexto principal o fenômeno da Sociedade Comunicacional e suas implicações. As culturas moderna e hipermoderna são profundamente marcadas por valores atrelados à ideologia capitalista, tão produtivista quanto consumista. A disciplina propõe mapear e debater as relações entre os valores (hiper)modernos que circulam nas mídias e que pautam a cultura do consumo.

Bibliografia

ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. 3a ed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1991.
BAUDRILLARD, Jean. A sociedade de consumo. Lisboa: Ed. 70, 1975.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
LIPOVETSKY, Gilles. A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
LIPOVETSKY, Gilles. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004.

Teorias da Linguagem e do Discurso (60h)

Panorama geral da teoria da linguagem. A linguagem e a representação social. Os fundamentos multidisciplinares da Análise do Discurso. Semiologia e Semióticas em seus fundamentos e métodos. O cotidiano e suas formas de discursivização das ideologias. As práticas sociais e discursivas das/nas mídias. Narrativas midiáticas em sua estrutura e funcionamento. A produção de sentido na cultura e nas mídias.

Bibliografia

BAKHTIN, Mikhail (Volochinov). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. São Paulo: Hucitec, 6ª edição, 1992.
CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, s/d.
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UnB, 2001.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 7ª edição, 2001.
GREGOLIN, Maria do Rosário. Foucault e Pêcheux: diálogos e duelos. 3ª ed. São Carlos: Ed. Claraluz, 2007.
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos em comunicação. São Paulo: Cortez, 3ª edição, 2004.

Educação, Comunicação e Mídia (60h)

Política educacional brasileira para o Ensino Superior no contexto da prática em Comunicação Social. Conceitos de Educação e educador. Competências e Habilidades. Modelos de Universidade, representação do educador, ensino-aprendizagem, prática de ensino. Abordagens Pedagógicas, modelos de ensino e papel do educador. Ensino Superior e o educador. A docência na área da Comunicação. Metodologias didáticas e práticas de aula convencionais, inovadoras e inclusivas. Práticas de aula. Avaliação. O objetivo é que o educando-educador seja capaz de elaborar disciplinas para o Ensino Superior utilizando eficientemente os conceitos, técnicas a abordagens do curso, criando um espaço educativo significativo para seus educandos.

Bibliografia

ALLÈGRE, C. La Republique des Professeurs. In. L’age des Savoirs: por une renaiscence de l’université. Paris: Gallimard, 1993.

BARBOSA, Maria Aparecida Gomes. De comunicador Social a professor de comunicação: a construção dos saberes docentes. Recife: O autor, 2006.

CARVALHO, Renata Bittencourt de. A prática pedagógica do bacharel professor da área de comunicação social. 1 ed., Rio de Janeiro: Bookmakers, 2013.

CASTANHO, Sérgio. Da Universidade modelo aos modelos de Universidade. Quacstio – Revista de estudos de educação, a. 4, n. 1, mai. 2002, p. 27-46.

CHAMLIAN, Helena Coharik. A Formação do Professor Universitário na USP. In: Relatório de Pesquisa (CNPq). São Paulo: 1996.

DREZE, Jacques; DEBELLE, Jean. Concepções da Universidade. Fortaleza: Edições Universidade Federal do Ceará, 1983.

FERREIRA, Flávio Batista. Interpretações da universidade brasileira a partir dos modelos clássicos da universidade moderna. In: 6ª Conferência do Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa – FORGES, 2016, Campinas. Atas da 6ª Conferência FORGES – Para que(m) servem a Universidade e as Instituições de Ensino Superior? Balanços, proposições e desafios acerca do papel das IES no Século XXI, 2016. Disponível em: http://www.aforges.org/wp-content/uploads/2016/11/3-Flavio-Ferreira-Gladys-Barreyro_Interpretac_o_es-da-universidade.pdf.

HUMBOLDT, Wilhem von. Sobre la organización interna y externa de las instituciones científicas superiores en Berlín. Logos. Anales del Seminario de Metafísica. v. 38, 2005, p. 283-291.

JASPERS, Karl.Die Idee der Universität. Berlin: Springer, 1946.

KERR, Clark. Os Usos da Universidade. Fortaleza: Edições Universidade Federal do Ceará, 1982.

LUCKMANN, Luiz Carlos; BERNART, Eliezer Emanuel. Da Universidade clássica à Universidade brasileira: aproximações e desdobramentos. Unoesc & Ciência – ACHS, Joaçaba, v. 5, n. 2, jun./dez. 2014, p. 211-220.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: E.P.U., 1986.

MOROSINI, Marilia (org.). A Universidade no Brasil: concepções e modelos. 2 ed., Brasília: INEP, 2006.

NEZ, Egeslaine de; NEZ, Evandro de; BIAVATTI, Vania Tanira. Reflexões sobre os novos modelos de universidade no contexto da sociedade do conhecimento. Anais do XIV Colóquio Internacional de Gestão Universitária – CIGU. Florianópolis: CIGU, 2014, p. 1-15.

PENAC, Daniel. Como um romance. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.

PERES Cristiane Martines; VIEIRA, Marta Neves Campanelli Marçal, ALTAFIM, Elisa Rachel Pisani; MELLO, Michela Bianchi de; SUEN, Kemen Samder. Abordagens pedagógicas e sua relação com as teorias de aprendizagem. Medicina (Ribeirão Preto), n. 47, v. 3, 2014, p. 249-55. Disponível em: http://revista.fmrp.usp.br/.

PERRENOUD, P.  Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001.

PERRENOUD, P. Ensinar Docentes e Formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes, 2002.

PROTA, Leonardo. Um novo Modelo de Universidade. São Paulo: Editora Convívio, 1987.

SCHÖN, D. Formar professores como profissionais reflexivos. In: Nóvoa, Antônio. Os professores e sua formação. Dom Quixote: Lisboa, 1992.

TARDIF, M. Saberes Docentes e Formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes, 2002.

VASCONCELLOS, C. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2002.

Seminário de Pesquisa I e II (60h)

Conteúdo variável

Bibliografia

Variável

Seminário de Pesquisa III e IV (30h)

Conteúdo variável

Bibliografia

Variável

Seminário de Pesquisa V e VI (15h)

Conteúdo variável

Bibliografia

Variável

Optativas Linha 01

Discursos em Ambientes Ciberculturais (60h)

Esta disciplina visa a discussão acerca do papel dos interlocutores nos processos discursivos. Os estudos da linguagem e as teorias da recepção apresentam algumas das visões sobre o tema que embasarão esta discussão na disciplina. A partir da repercussão das novas tecnologias da informação e da comunicação nos meios sociais, em especial nas formas e hábitos de escrita e leitura, autores se contrapõem aos paradigmas vigentes, discutindo e propondo a existência de novas relações de produção e consumo do discurso, mormente nos ambientes ciberculturais. Tempo, espaço, materialidade, visualidade, autoria e propriedade, são questões levantadas que serão destacadas no corpo da disciplina.

Bibliografia
BAKHTIN, Mikhail Volochinov. Marxismo e filosofia da linguagem. 8ª ed. São Paulo: Hucitec. 1997.
GUILLERMO, Alvaro. Design: do virtual ao digital. Rio de Janeiro: Rio Books. 2002.
JOHNSON, Steve. Cultura da interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2001.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34. 2001.
MARTINS, Maria Helena (org.). Questões de linguagem. São Paulo: Contexto. 1991.
PARENTE, André. O virtual e o hipertextual. Rio de Janeiro: Pazulin. 1999.

Discursos Midiáticos e Narrativas Audiovisuais (60h)

Análise das gramáticas do discurso audiovisual; narrativas e hibridações midiáticas capazes de provocar novas subjetividades como vetor de distintas relações sociais; teorias estéticas, inovações tecnológicas e produção de sentido no âmbito da comunicação audiovisual; análise dos efeitos de sentido e dos processos de produção nas criações que recorrem às linguagens audiovisuais; linguagens audiovisuais e memória social.

Bibliografia
BALSEBRE, Armand. El lenguaje radiofónico. Madrid, Ediciones Cátedra, 1996
DIDI-HUBERMAN – O que vemos, o que nos olha. 2ª Ed. São Paulo: Editora 34, 2010.
JOLY, Martine. A imagem e sua interpretação. Lisboa: Edições 70, 2002.
KASEKER, Monica Paris. Modos de ouvir – a escuta do rádio ao longo de três gerações. Curitiba, Champagnat/ PUC-PR, 2012
MARTÍN-BARBERO, Jesus & REY, Germán. Os exercícios do ver. São Paulo: Senac, 2001.
MEDITSCH, Eduardo (org). Teorias do rádio – textos e contextos Volume I e II. Florianópolis, Insular, 2005, 2008.

Mídia, Identidade e Representação Social (60h)

A retomada da valorização do sujeito em contraponto às grandes narrativas; a exacerbação do “eu”e do individualismo; a micro-história e as discussões em torno do individualismo; a construção da identidade no cenário contemporâneo; produções midiáticas e a exacerbação do sujeito nas redes sociais; mídia e representação social; identidade, consumo e representação social.

Bibliografia

BAUMAN, Zygmunt. Vida Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
BENJAMIN, Walter. 7ª ed. Obras Escolhidas – Magia e Técnica, Arte e Política.
CANCLINI, Néstor García. Diferentes, Desiguais e Desconectados. 3ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2009.
DUMONT, Louis. O Individualismo – Uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1985.
LASCH, Christopher. O Mínimo Eu. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.
MORIN, Edgar. O Método 5 – A Humanidade da Humanidade – a identidade humana. Porto Alegre: Sulina, 2007.

Mídias Digitais, Cotidiano e Espaço Urbano (60h

O objetivo da disciplina é discutir as relações entre mídia, espaço urbano e vida cotidiana, neste caso, em particular, no contexto das mídias digitais. Serão abordadas as apropriações e ressignificações do espaço urbano e sua relação com a “mobilidade informacional” proporcionada pelas tecnologias digitais telemáticas ao longo dos últimos anos e como o surgimento de novas práticas de produção e consumo de conteúdos tem afetado a vida cotidiana dos indivíduos permanentemente conectados em rede.

Tópicos a serem abordados (entre outros): Considerações sobre espaço e lugar. Tensões entre o público e o privado nos espaços urbanos. Mapas, espaços e territórios informacionais. Computação ubíqua (Ubicomp). Mídias locativas. Flash Mobs, Smart Mobs, Jogos Pervasivos e outros fenômenos possibilitados pela articulação entre mídias locativas e apropriações do espaço urbano. Internet das Coisas (IoT). Controle e vigilância. Arte e mídias locativas.

Bibliografia

BRUNO, Fernanda; KANASHIRO, Marta; FIRMINO, Rodrigo (orgs.). Vigilância e visibilidade: espaço, tecnologia e identificação. Porto Alegre: Editora Sulina, 2010.
CRESSWELL, Tim. Place: a short introduction. Malden/MA: Blackwell Publishing, 2004.
LEFEVBRE, H. The Production of Space. Oxford/UK: Blackwell Publishers, 1991.
MONTOLLA, M; STENROS, J; WAERN, A. (eds.). Pervasive Games. Oxford: Morgan Kaufmann, 2009.
TUTERS, M; VARNELIS, K. “Beyond Locative Media: Giving Shape to the Internet of Things”. In: Leonardo, 39(4), 2006. DOI: 10.1162/leon.2006.39.4.357.
WEISER, Mark. “The Computer for the 21st Century”. In: Scientific American, 265(3), 1991. DOI: 10.1038/scientifamerican0991-94.

Mídia, Tempo e Narrativa (60h)

Compreender o tempo e a narrativa na relação com a mídia. As estruturas e marcas das narrativas midiáticas e as interlocuções com o cotidiano. A configuração do imaginário e do tempo presente. O narrador: participação e focalização. A produção de memórias e de esquecimentos na ambiência midiática. A memória individual, coletiva, social. A interatividade e o espaço físico, virtual, simbólico. As camadas de tempo (passado, presente, futuro) produzidas nos contextos midiáticos.

Bibliografia

BARBOSA, Marialva. Percursos do olhar: comunicação, narrativa e memória. RJ: EdUFF, 2007.
BENJAMIM, Walter. O narrador. In: OBRAS ESCOLHIDAS: Magia e Técnica, Arte e Política. SP: Editora Brasiliense, 1994.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.
SODRÉ, Muniz. As estratégias sensíveis: afeto, mídia e política. Petrópolis: Vozes, 2006.
RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa (tomo 1, tomo 2, tomo 3). Campinas, São Paulo: Papirus, 1994.

Tópicos Especiais em Linguagem e Estética (60h)

Estética e narrativas: contextos e suportes. Estética e imaginário. Imagens da arte, comunicação e cotidiano no cenário contemporâneo. A estetização do mundo: problematizações. A manifestação das subjetividades e os elementos sensíveis. Estética e produção de sentidos históricos. Práticas e expressões de grupos sociais. Arte e comunicação: entrelaçamentos.

Bibliografia

AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus, 1993.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CHARNEY, Leo; SCHWARTZ, Vanessa. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
DIDI-HUBERMAN, Georges. Diante da Imagem. São Paulo. Editora 34, 2013.
LIPOVETSKY, Gilles & SERROY, Jean. A estetização do mundo – Viver na era do capitalismo artista. São Paulo, Companhia das Letras, 2015.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. São Paulo: Senac, 2003

Optativas Linha 02

Ética Publicitária e Publicidade Social (60h)

Teorias da Publicidade. Ética e deontologia publicitária na sociedade de consumo em tempos hipermodernos. Publicidade Social. Ideologia e publicidade. Publicidade contra-hegemônica. Publicidade Comunitária. Publicidade e representatividade. Publicidade e consumo consciente. Publicidade e infância.

Bibliografia
BAUMAN, Z. Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
DOUGLAS, Mary et Isherwood, Baron. O mundo dos bens: para uma antropologia do consumo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2013.292p.
GORZ, André. O Imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume, 2005.p.106p.
LIPOVETSKY, Gilles. A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. 30ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.

Teorias Críticas de Comunicação e Cultura (60h)

Estudos Culturais e Crítica da Economia Política da Comunicação; Mídia e Globalização; Epistemologia da Comunicação e da Cultura; Mídia, consumo e modernidade; Economia da Comunicação e indústrias culturais; Estudos de Mediação e Recepção; Indústrias midiáticas e grupos de mídia; História social das mídias.

Bibliografia
BOLAÑO, César. Campo Aberto. Para a crítica da epistemologia da comunicação. Aracaju: Edise, 2015.
BRIGGS, Asa. BURKE, Peter. Uma história social da mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
KELLNER, Douglas. A Cultura da Mídia – estudos culturais: identidade e política entre o moderno e o pós-moderno. Bauru: Edusc, 2001.
LOPES, Maria Immacolata V. (org.). Epistemologia da Comunicação. São Paulo: Loyola, 2003.
SCHNEIDER, Marco. A Dialética do Gosto. Informação, música e política. Rio de Janeiro: Circuito / Faperj, 2015.
SOVIK, Liv (org.). Da Diáspora: identidades e mediações culturais / Stuart Hall. Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da Unesco no Brasil, 2003.

Comunicação, Poder e Políticas (60h)

Comunicação, Estado e Democracia; Comunicação, Democracia e Direitos Humanos; Comunicação Política e Opinião Pública; Comunicação, hegemonia e contra-hegemonia; Políticas de Comunicação; Políticas e práticas em Comunicação Comunitária.

Bibliografia

ALBORNOZ, Luis. (org). Poder, Medios, Cultura: uma mirada crítica desde la economia política de la Comunicación. Buenos Aires: Paidós, 2011.
COUTINHO, Eduardo Granja (Org.). Comunicação e contra-hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2008.
GERALDES, Elen et alli (orgs.). Políticas de Comunicações: um estudo comparado: Brasil, Espanha, Estados Unidos, México e Venezuela. Salamanca, Ed. Comunicação Social, 2013.
LIMA, Venício. Regulação das comunicações: história, poder e direitos. SP, Paulus, 2011.
MORAES, Dênis de (org.). A batalha da mídia. Rio de Janeiro: Pão e Rosas, 2009.

Comunicação e Cidadania (60h)

Comunicação Comunitária (Epistemologia da Comunidade); Mídia e Segregação ( setores socialmente marginalizados; Comunicação e questões raciais; Comunicação e sexualidade; Comunicação e questões de classe; Comunicação e religião); Mídia e estudos de gênero; Mídia e juventude; Mídia e Movimentos Sociais.

Bibliografia

ESPOSITO, Roberto. Communitas. Origen y destino de la comunidad. – 1ª ed. 2ª reimp. – Buenos Aires. Amorrortu. 2012. 216p.
HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Trad. Thomaz Tadeu da Silva e Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A, 1999, 102p.
MAFFESOLI, Michel. O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades de massas. Rio de Janeiro: Forense, 2014. 300p.
PAIVA, Raquel. O Retorno da Comunidade: novos caminhos para o social. Rio de Janeiro: MAUAD, 2007, 175p.
PERUZZO, Cicilia. Comunicação nos Movimentos Populares. A participação na construção da cidadania. Paetrópolis: Vozes, 1998.342p.
MUNIZ, Sodré. Reinventando a cultura – A comunicação e seus produtos. Petrópolis: Vozes, 1996, 180p.

Comunicação, Poder e Ciberespaço (60h)

A importância da Internet como espaço de interações sócio-culturais e realizações político-econômicas leva ao entendimento de que, em torno de sua estrutura e sua gestão, se configuram e afirmam distintas formas de poder, envolvendo governos, empresas e sociedade no debate sobre temas diversos que afetam nossas relações econômicas, políticas e sócio-culturais. As múltiplas teorias em torno do ambiente da Internet já apresentam significativa maturidade reflexiva ao mesmo tempo em que o próprio ambiente da Internet se consolida em escala mundial. Desse modo, compreende-se a importância de se estudar os processos comunicacionais em torno dessas relações, bem como as formas de apropriação das Tecnologias de Informação e Comunicação que permitem posicionamentos distintos na sociedade.

Bibliografia

CASTELLS, Manuel. Redes de Indignação e Esperança: Movimentos Sociais na Era da Internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.
JENKINS, H; FORD, S. and GREEN, J. Spreadable. Media: Creating Value and Meaning in a Networked Culture. New York and London: New York University Press. 2013.
LEMOS, André. A Comunicação das Coisas: Teoria ator-rede e cibercultura. São Paulo: Annablume, 2013.
LÉVY, Pierre. A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço. São Paulo: Edições Loyola, 1998.
MARTINO, Luís. Teoria das mídias digitais. Petrópolis, Vozes, 2014.
RECUERO, Raquel. A Conversação em Rede: Comunicação Mediada pelo Computador. Porto Alegre: Sulina, 2 edição, 2014.

Jornalismo, Políticas e Sociedade (60h)

A partir das teorias do jornalismo e da comunicação, a disciplina discute as relações entre jornalismo e política sob quatro eixos: a centralidade dos produtos jornalísticos numa sociedade midiatizada; a natureza dos processos de produção do real; os efeitos sociais e políticos do noticiário no cotidiano; as relações entre jornalismo e audiências. Assim, propõe-se uma reflexão a respeito das relações entre jornalismo e política, a partir não apenas dos produtos, mas sobretudo dos processos de produção da notícia, em uma sociedade midiatizada. E ainda, dialogando com as teorias do jornalismo e da comunicação, são abordados os efeitos da ação midiática, buscando entender de que modo se desenham os processos de produção do real, e como interferem no cotidiano das sociedades.

Bibliografia

HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. 8ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
JACKS, Nilda; ESCOSTEGUY, Ana Carolina. Comunicação e Recepção. São Paulo: Hacker, 2005..
MELO, José Marques de (org.). O Campo da Comunicação no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
NOELLE-NEUMANN. The Spiral of Silence: public opinion. New York: John Wiley, 1993.
TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: porque as notícias são como são. Florianópolis: Insular, 2004.
TUCHMAN, G. Making news: a study in the construction of reality. New York: Free Press, 1978.

Integralização

Para integralização dos créditos e da carga horária, o(a) aluno(a) deverá cursar seis (6) disciplinas e realizar três (3) atividades acadêmicas:

  • Duas (2) disciplinas Obrigatórias de 60h e 4 créditos cada, oferecidas no 1º semestre letivo;
  • Duas (2) disciplinas de 60h e 4 créditos cada, de qualquer linha de pesquisa e/ou Seminários (que completem 60h) e/ou de Núcleo Comum, do PPGMC;
  • Duas disciplinas eletivas de 60h e 4 créditos cada, de livre escolha em qualquer PPG de temática pertinente ao projeto de pesquisa, sendo que uma delas pode ser parcial ou integralmente substituída por participação em eventos e/ou outras atividades, com documentação e aceite do Orientador e do Coordenador do PPGMC;
  • Uma (1) atividade de Qualificação de 120h e 4 créditos, que ocorrerá a partir do final do segundo semestre até o início do terceiro, em data definida pelo Colegiado, a cada turma;
  • Duas (2) atividades de Pesquisa Orientada de 120h e 4 créditos cada, por dois semestres consecutivos no 3º e 4º períodos letivos;
  • Uma (1) Defesa de Dissertação de 360h e 12 créditos, que ocorrerá somente após o cumprimento de 360h e 24 créditos em disciplinas e 360h e 12 créditos em atividades.

A atividade de Qualificação refere-se a uma banca composta por três professores, sendo um do PPG em Mídia e Cotidiano, outro externo ao Programa e/ou à Universidade, mas atuante em linha de pesquisa de tema correlato ao projeto do mestrando, e o orientador. Esta banca avalia o relatório do aluno contendo: Sumário Preliminar, Introdução, Revisão Bibliográfica e Metodologia de Pesquisa, propostos para a dissertação.

O Estágio Docência será atividade obrigatória apenas para alunos(as) bolsistas, não sendo atribuídos créditos ou carga horária ao mesmo.

O(a) aluno(a) deverá cursar no mínimo 360h e 24 créditos em disciplinas; 360h e 12 créditos em atividades e 360h e 12 créditos em Defesa de Dissertação, ou seja, 1.080h e 48 créditos para integralização do curso. 

Para integralização dos créditos e da carga horária, o(a) aluno(a) deverá cursar seis (6) disciplinas e outras atividades obrigatórias que são:

  • Duas (02) disciplinas Obrigatórias de sessenta (60) horas/aula e quatro (04) créditos cada;
  • Mínimo de quatro (04) disciplinas Optativas e/ou Optativas de Núcleo Comum, totalizando duzentos e quarenta (240) horas/aula e dezesseis (16) créditos;

OBS 1: O(a) aluno(a) pode optar por cursar uma destas disciplinas em outro Programa de Pós-Graduação reconhecido pela CAPES.

OBS 2: No caso de alunos(as) oriundos(as) do Mestrado em Mídia e Cotidiano, que estejam cursando Doutorado no mesmo Programa, o limite será de até metade (1/2) do total de horas/aula cursadas em disciplinas obrigatórias provenientes do próprio Programa).

  • Tópico Especial de Pesquisa (6 créditos – 180 h);
  • Atividade Obrigatória de Pesquisa Orientada (de I a VI), a partir do segundo período, uma por período (carga horária fixa e não implica crédito)
  • Atividade Obrigatória de Exame de Qualificação (12 créditos – 360h)
  • Atividade Obrigatória de Defesa de Tese (24 créditos – 900 h)

O Tópico Especial de Pesquisa compreende atividade de organização e realização de atividade acadêmica, desenvolvida junto ao Grupo de Pesquisa e/ou Linha de Pesquisa a que se vincula o doutorando. Ela deve ser realizada no máximo após três (3) meses do Exame de Qualificação do discente.

A atividade de Qualificação refere-se a uma banca composta por três professores, sendo dois do PPG Mídia e Cotidiano (orientador e + um), e outro externo à Universidade, mas atuante em linha de pesquisa de tema correlato ao projeto do doutorando e do orientador. Já a Atividade de Defesa de tese refere-se a uma banca composta por cinco professores, sendo dois, obrigatoriamente, do PPGMC e três membros externos.

O Estágio Docência será atividade obrigatória apenas para alunos(as) bolsistas, não sendo atribuídos créditos ou carga horária ao mesmo.

Outras atividades para a Integralização do Curso:

  • Atividades Extracurriculares que envolvem participação e apresentação de trabalhos em eventos científicos (no mínimo, dois eventos com publicação de texto completo) e publicação de artigos científicos e revistas qualificadas da área (no mínimo duas publicações em periódicos).
  • Complementam, ainda, a integralização de currículo, os Estágio Docência I e II, obrigatórios para doutorandos bolsistas e optativas para os demais, sendo atribuídos quatro (4) créditos de 15h/aula para cada um.

O(a) aluno(a) deverá cumprir um total mínimo de dois mil e cento e sessenta horas (2.160) horas/aula e sessenta e seis créditos (66) créditos para integralização do currículo, distribuídos em um mínimo de trezentos e sessenta horas/aula (360) e vinte e quatro créditos (24) em disciplina e mil e oitocentos (1800) horas/aula e quarenta e dois (42) créditos em Atividades Obrigatórias e Complementares.

Atividades Acadêmicas

Atividades Acadêmicas são atividades de pesquisa, extensão e/ou ensino, para além das disciplinas do Programa: cursos de curta duração e apresentação de trabalhos em eventos, desde que devidamente comprovados por certificado com carga horária explicitada e autorizadas pelo(a) orientador(a).

ESTÁGIO DOCÊNCIA

O Estágio Docência é uma atividade curricular para alunos de pós-graduação que deve constar do histórico, sendo definida como a participação em atividades de ensino na educação superior da UFF, objetivando a complementação da formação pedagógica dos pós-graduandos e a qualificação do ensino de graduação. O Estágio Docência é obrigatório para o aluno que usufruir de bolsa de estudos por qualquer período durante o curso, sendo optativo para os demais alunos. Apesar de ter carga horária variável (ver regra abaixo), o Estágio Docência não gera crédito. No PPG em Mídia e Cotidiano, o Estágio Docência tem que ser aprovado pelo orientador, informado e aprovado pelo Chefe de Departamento onde será feito o estágio docência e a Ficha de Inscrição deve ser protocolada na Secretaria do Programa ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO. O Estágio Docência deve ocorrer nos cursos relacionados diretamente ao corpo docente do Programa. Isto é, vinculado ao curso do orientador e/ou em disciplina do Departamento de Comunicação Social, sendo obrigatório ocorrer na UFF (Universidade Federal Fluminense).

PARA ALUNOS BOLSISTAS

Para todos os alunos que usufruírem de bolsa de estudo fornecida por órgão de fomento que indique esta obrigatoriedade, inclusive a carga horária e a quantidade de Estágios. No caso de Bolsa Capes e Bolsa Faperj, são 60h para o Mestrado (disciplina de 60 horas) e 120h para o Doutorado (por exemplo, duas disciplinas de 60h). Ou seja, os mestrandos com bolsa devem cumprir no mínimo um período de estágio docência (um semestre em disciplina de 60h), enquanto os doutorandos com bolsa têm que cumprir dois períodos (dois semestres, cada um com disciplina de 60h). O período de Estágio Docência visa o retorno do aluno para a Universidade e à sociedade com os conhecimentos adquiridos no desenvolver de suas pesquisas, tendo como contrapartida o aprimoramento das técnicas de ensino.

O Estágio Docência tem que ser aprovado pelo orientador e informado e aprovado pelo chefe de Departamento ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO. A Ficha de Inscrição tem que ser enviada à Secretaria do Programa (ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO). Ao final, também é obrigatório um Relatório Final (ver formulário abaixo), que deve ser enviado à Secretaria do PPGMC, com as devidas assinaturas. Só com estes procedimentos cumpridos, o Estágio Docência é lançado no Histórico, com a devida carga horária definida pela disciplina onde se fez o Estágio (30h ou 60h). Todos os formulários são padronizados PPGMC e/ou Proppi. (Ver abaixo).

IMPORTANTE: o Estágio Docente Obrigatório deve ser aprovado pelo orientador e a Ficha de Inscrição tem que ser enviada à Secretaria do Programa (ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO). Ao final, também é obrigatório um Relatório Final (ver formulário abaixo), que deve ser enviado à Secretaria do PPGMC, com as devidas assinaturas.

PARA ALUNOS NÃO-BOLSISTAS

Para alunos não bolsistas. Os procedimentos, no entanto, são os mesmos do Estágio Docente Obrigatório, ou seja, ele tem que ser aprovado pelo orientador e informado e aprovado pelo chefe de Departamento ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO. A Ficha de Inscrição tem que ser enviada à Secretaria do Programa (ANTES DO INÍCIO DO ESTÁGIO). Ao final, também é obrigatório um Relatório Final (ver formulário abaixo), que deve ser enviado à Secretaria do PPGMC, com as devidas assinaturas. Só com estes procedimentos cumpridos, o Estágio Docência é lançado no Histórico, com a devida carga horária definida pela disciplina onde se fez o Estágio (30h ou 60h). Segundo o Regimento, o estágio docência sem bolsa (ou seja, voluntário) deve ser realizado no máximo nos três primeiros semestres do curso, já que no último semestre o aluno deve se dedicar totalmente à dissertação. Ele segue todas as regras do Estágio Docência obrigatório.

Bolsas

Desde 2013, a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão de fomento federal que viabiliza as bolsas de Pós-Graduação, mudou sua política de distribuição o que, na prática, reduziu drasticamente as Bolsas de Estudo (denominadas “Bolsa de Demanda Social”) para os Programas. Em função desta realidade, o PPGMC vem atuando junto à Pró-Reitoria de Pesquisa, à CAPES e à FAPERJ (órgão de fomento do Rio de Janeiro) de modo a ampliar as cotas atuais.

Quanto ao critério de distribuição, no primeiro semestre, ou seja, no ingresso, as bolsas são distribuídas conforme a classificação no Processo Seletivo. As iniciadas no semestre seguinte incluem avaliação do rendimento do aluno (nas disciplinas e atividades do Programa).

A renovação da Bolsa após um ano também é feita sob avaliação da dedicação do aluno pela Comissão de Bolsas, que conta com a participação de um representante discente. A reprovação em alguma disciplina e/ou solicitação de afastamento, implica na suspensão da Bolsa.

Todos os interessados em ter Bolsa de Estudos devem se manifestar a cada matrícula semestral realizada, em documento fornecido pela Secretaria do PPGMC.
Cabe ao bolsista cumprir ESTÁGIO DOCÊNCIA, participar das reuniões específicas convocadas pela Comissão de Bolsa e/ou outras atividades definidas pela Coordenação do PPGMC, de comum acordo com o bolsista (confira na aba “Secretaria” os formulários que devem ser preenchidos).

Atribuição de Bolsas – DOCUMENTOS

Turmas

Nesta seção do site, separamos o corpo discente em turmas que estão cursando ainda o PPGMC e os egressos. Você vai poder conferir quem são os atuais alunos, quem já é Mestre ou Doutor em Mídia e Cotidiano e os futuros titulados em Mídia e Cotidiano. Também procuramos acompanhar em termos acadêmicos e profissionais, por cinco anos, o que estão fazendo os egressos do PPGMC. Estas informações, apesar de sucintas, têm como objetivo apresentar alguns indicadores do impacto da formação na vida destes discentes que confiaram ao Programa uma parte tão importante de suas vidas. Também incluímos o link dos Currículos Lattes, de modo que qualquer pessoa possa, também, ampliar suas informações sobre os alunos.

Por último, não poderíamos concluir esta breve apresentação sem um agradecimento especial a todos estes mais de 100 alunos que, com seu entusiasmo, sonhos e dedicação à pesquisa foram tão decisivos para o Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano estar contribuindo de modo tão qualificado para a área da Comunicação e, por extensão, à própria sociedade.

MESTRADO

DOUTORADO

Manual de Normas ABNT UFF

Baixe o manual de apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso da UFF.

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